Banner sobre o Grupo do WhatsApp da 15News
Heróis da Pandemia

Heróis da Pandemia: conheça o socorrista do Samu Ronaldo Macário

Ronaldo Macário, 40 anos, é socorrista no SAMU do DF. Segundo ele, no inicio da pandemia, o número de ocorrências clínicas atendidas pelo SAMU diminuiu bastante por conta do receio que as pessoas tinham de ir ao hospital e se exporem ao vírus.

Servidores mantêm empenho na linha de frente da pandemia, mas não escondem medo com a nova rotina de atendimentos que assumiram

Os profissionais do SAMU (Serviço de Atendimento móvel de Urgência) são uma das muitas categorias que não puderam parar por conta da pandemia, pois prestam serviços de saúde essenciais à população, e justamente por isso estão entre os mais expostos à contaminação do novo coronavírus.

O dia a dia arriscado desses profissionais é retratado na quarta reportagem da série da “Heróis da Pandemia”, da Agência 15 News, que revela os desafios dos profissionais de uma área sensível da vida do país e dos brasileiros neste grave momento de pandemia. Como trabalho essencial, não resta escolha a eles e a dedicação tem de ser obrigatória. Em todo o Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, existem 3.441 ambulâncias do Samu em funcionamento, das quais 2.813 unidades básicas e 628 avançadas.

O serviço de atendimento móvel de urgência está presente em 3.758 municípios, atendendo 177 milhões de pessoas, 85,08% da população brasileira. Assim como os outros profissionais do serviço ambulatorial e demais integrantes das equipes móveis de saúde, os condutores socorristas do Samu usam os equipamentos de proteção individual e vestimenta específica nos atendimentos dos chamados que envolvem pacientes com suspeita de ter sido contaminados pelo coronavírus. Contudo, a parafernália de segurança não afasta a tensão dos motoristas das ambulâncias.

Ronaldo Macário, 40 anos, que é socorrista no SAMU no DF. Segundo ele, no inicio da pandemia, o número de ocorrências clínicas atendidas pelo SAMU diminuiu bastante por conta do receio que as pessoas tinham de ir ao hospital e se exporem ao vírus.

O socorrista Ronaldo Macário

Ronaldo Macário, 40 anos, é socorrista no SAMU do Distrito Federal. Segundo ele, no inicio da pandemia, o número de ocorrências clínicas atendidas pelo SAMU diminuiu bastante por conta do receio que as pessoas tinham de ir ao hospital e se exporem ao vírus.

“Vivemos diariamente situações de risco e complicação. Mas, com chegada da pandemia do coronavírus, nos alertamos um pouco mais em relação aos cuidados preventivos”, afirma Macário. Trabalhando há 9 anos como socorrista, hoje ele atende Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Arniqueiras e Areal, e conta já ter transportado mais de 300 pacientes com suspeita ou confirmação da COVID-19.

Embora admita ter medo de contrair o vírus, Macário diz que fala mais alto o espírito de socorrer pessoas e salvar vidas. “Um medo real e constante. Mas, o sentimento de poder ajudar, de estar ali para resolver o problema, de tentar dar o máximo de si para salvar aquela pessoa é muito maior. Isso é que nos motiva, nos faz, todos os dias ajudar mais pessoas”, afirma o socorrista.

Cuidado redobrado

Ronaldo Macário chama a atenção para a relevância do uso de equipamentos de proteção contra a transmissão do coronavírus: “Temos que lidar com algo desconhecido. No início mudava os protocolos toda a semana em relação aos EPIs e ao tratamento. Mas, agora, tem os equipamentos específicos para o atendimento dos casos da COVID-19”. Na avaliação dele, o atendimento a uma pessoa infectada, na comparação com outros pacientes muda em relação aos equipamentos de segurança. O cuidado no contato com a vítima, independentemente da doença, é sempre o mesmo. “Estamos dedicando o máximo a cada pessoa atendida”, garante.

Como outros profissionais de saúde, os socorristas do Samu precisam ficar atentos o tempo todo às medidas para não evitar que se contaminem com o coronavirus. Ronaldo Macário destaca que os cuidados vão além do trabalho, envolvendo também a volta para casa.

O trabalho não termina quando o paciente sai da ambulância, já que é obrigatório higienizar a unidade depois do atendimento, ainda mais durante da pandemia. As viaturas também ficam de portas abertas após a limpeza para arejamento.

Fique por dentre de todas as reportagens dos Heróis da Pandemia, siga nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram. Envie informações à Redação do Agência 15 News – DF.

Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ultimas Notícias

Quis autem vel eum iure reprehenderit qui in ea voluptate velit esse quam nihil molestiae consequatur, vel illum qui dolorem?

Temporibus autem quibusdam et aut officiis debitis aut rerum necessitatibus saepe eveniet.

Muito mais informação

Nossa missão é manter muito bem informadas as pessoas interessadas no Distrito Federal e em especial a região de Ceilândia, organizando e disponibilizando conteúdos de Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol.

Entre em contato

    •  (61) 3013-6409
      contato@15news.com.br
    •  www.15news.com.br
    •  De 8h às 18h

Copyright © 2020-2021 Agência 15 News

Ir Topo